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Sindicato dos Trabalhadores

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Acidente entre moto e carro deixa motociclista ferido

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Motociclista recebe socorro da equipe de salvamentos do Samu
Motociclista recebe socorro da equipe de salvamentos do Samu (Foto: Josival Meneses7Segundos)

No momento da colisão, o condutor da moto perdeu o controle e caiu no asfalto provocando várias escoriações pelo corpo.
Na manhã desta segunda-feira (20), aconteceu mais um acidente automobilístico envolvendo uma motocicleta e um carro.  Josenilton Feitosa da Silva de 45 anos, conduzia sua moto CG 150 pela Rua Antonio Pituba, no bairro Ouro Preto e ao entrar em uma esquina da Rua Dom Pedro II, colidiu com o Honda Civic.
O motorista do Honda Civic, que não teve o nome revelado permaneceu no local do acidente até a chegada da viatura da polícia militar e da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O policiamento de trânsito foi acionado e realizou os procedimentos necessários.
Por: 7 Segundos

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Dudu Hollanda vai a julgamento por lesão corporal no Pleno

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Dudu Holanda
Dudu Holanda (Foto: Aqui Acontece)
O Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) julga, nesta terça-feira (21), a partir das 9h, o processo de lesão corporal em desfavor de Eduardo Antônio Macedo Hollanda, denunciado pelo Ministério Público. Ele é acusado de agredir, no dia 25 de dezembro de 2009, o então vereador Paulo Corintho Martins da Paz.
Na época do ocorrido, o acusado era vereador do município de Maceió. Mais tarde, Eduardo Holanda foi eleito deputado estadual. Com isso o processo, que seria julgado na 3ª Vara Criminal da Capital, sofreu um deslocamento de competência sendo remetido ao TJ/AL, devido à aquisição de foro especial por força de dispositivo contido na Constituição do Estado de Alagoas.
O relator deste processo é o desembargador Sebastião Costa Filho. Também serão apreciados outros processos de ação penal, embargos e mandado de segurança. 
Por: 7 segundos

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Justiça determina que prefeitura forneça remédios a paciente

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(Foto: Assessoria)
O Município de Maceió deve fornecer medicamentos a um paciente que sofre de hipertensão, dislipidemia e insuficiência coronariana. Em caso de descumprimento, terá que pagar multa diária de R$ 500,00. A decisão é da desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
      De acordo com os autos, o paciente necessita dos remédios Ezetimib e Sinvastatina na quantidade mensal de 30 comprimidos, conforme prescrição médica. Alegando não ter condições financeiras, ingressou na Justiça requerendo o fornecimento das medicações por parte do Município de Maceió.
      O Juízo da 14ª Vara Cível da Capital não determinou o fornecimento do Ezetimib, por não estar contido na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) e na Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remune).
      Objetivando reverter a decisão, o paciente interpôs agravo de instrumento no TJ/AL. Disse que provou, nos autos, a necessidade dos medicamentos requeridos. Sustentou ainda que, caso o pedido não seja atendido, sua saúde ficará comprometida, colocando em risco o tratamento médico.
      Ao analisar o caso, a desembargadora Elisabeth Carvalho concedeu liminar favorável ao paciente, determinando o fornecimento de todos os medicamentos pleiteados. “A ausência da tutela jurisdicional, neste momento processual, poderá culminar no agravamento do quadro do paciente, na medida em que há riscos na evolução de sua patologia, que pode gerar sequelas graves e irreversíveis para a sua saúde”, afirmou.
      Ainda segundo Elisabeth Carvalho, há nos autos documentos que comprovam a necessidade de uso contínuo do medicamento pleiteado pelo agravante, bem como sua hipossuficiência em arcar com o referido tratamento. “Além disso, a Carta Republicana estabelece a competência comum da União, Estados e Municípios para questões ligadas à saúde e à assistência pública, comprovando que de fato há responsabilidade solidária entre esses entes da Federação”. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta segunda-feira (20).
Por: 7 segundos

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Acusados de homicídios vão a julgamento nesta terça

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Nesta terça-feira (21), dois júris populares acontecem no Fórum da Capital, a partir das 13h. Cícero Romão Batista Ferraz vai a julgamento, conduzido pelo juiz Geraldo Cavalcante Amorim, pelo assassinato Enaldo Izaias de Oliveira, em 2000, no município de Passo do Camaragibe. Em sessão presidida pelo magistrado Maurício Breda, o réu Anderson de Menezes Cerqueira será julgado pela morte de Florisvaldo Peixoto Silva Lima, em 2013, em Maceió.
Cícero Romão foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) por homicídio qualificado. O corpo de Enaldo Izais foi encontrado em novembro de 2000, em Passo do Camaragibe. Ele teria sido sequestrado de sua residência, localizada no município de São Luiz do Quitunde, e colocado em um veículo branco, que tomou destino desconhecido.
O julgamento de Cícero Romão, que inicialmente deveria ocorrer na Comarca de Passo do Camaragibe, foi desaforado para a 9ª Vara Criminal da Capital, pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, para garantir a imparcialidade do julgamento e assegurar a decisão dos sete jurados. O MP/AL argumentou que o julgamento na Comarca de origem poderia ser influenciado pelo denunciado.
Também com início previsto para às 13h, Anderson de Menezes, vulgo “Mancha” ou “Pé de Bolo”, será julgado pelo Conselho de Sentença da 7ª Vara Criminal da Capital como mandante do crime de Florisvaldo Peixoto. De acordo com o MP/AL, o acusado praticou o crime com o auxílio de duas pessoas, uma conhecida como “Boca de Pelo” ou “Boca de Urso”, e outra ainda não identificada. O delito teria sido motivado por vingança.
Ainda segundo as investigações do órgão ministerial, em 22 de março de 2013, no bairro do Prado, Florisvaldo Peixoto estava em uma motocicleta quando foi abordado pelos dois companheiros do réu, que efetuaram 16 disparos de arma de fogo contra a vítima. O MP/AL alega que o crime foi a mando de Anderson de Menezes, o qual orientou toda ação criminosa por telefone.
Por: Agência Brasil
Sem manutenção, Cemitério São José acumula lixo e entulhosPrefeitura disse que limpeza está sendo feita e mutirão deve ser realizado no local
Larissa Bastos

Maior cemitério público de Maceió, o São José, no bairro do Trapiche, amarga uma situação de abandono mais uma vez. No local, entulhos, areia e folhas se acumulam entre as sepulturas e o mato alto impede que familiares e amigos se aproximem dos túmulos de entes queridos enterrados lá.

Nas “ruas” do cemitério, paralelepípedos soltos, tijolos, pedras e pedaços de madeira se misturam a copos, garrafas, embalagens plásticas, sacolas e restos de flores. Até mesmo gavetas vazias utilizadas para abrigar corpos viraram espaço para armazenar lixo. A falta de conservação vai até a placa de entrada, que está rasgada.

Localizado na região central da capital alagoana, o São José já foi denunciado por irregularidades sanitárias. O local foi um dos que entrou num Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que obrigava os cemitérios públicos e privados a adotar medidas de redução de impacto ambiental a fim de evitar a contaminação do solo e da água.

Procurada pela Gazetaweb, a assessoria de comunicação da Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) disse que equipes da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum) já estão realizando a limpeza do local e um mutirão deve acontecer ainda esta semana para agilizar o trabalho.

O órgão também afirmou que uma manutenção deve acontecer no São José, nos próximos dias. A ação está passando por todos os cemitérios públicos da capital e engloba pintura e pequenos reparos. Segundo a SMCCU, a realização dos serviços depende da solicitação do gestor de cada local.



Familiares esperam há mais de um mês laudos de necropsia do IMLEles cobram documento para que possam agilizar procedimentos legais
Gazetaweb

Se não bastasse o sofrimento de sepultar os entes queridos, muitos alagoanos estão sofrendo com a lentidão do Instituto Médico Legal (IML) de Alagoas em emitir os laudos de necropsia. Os familiares de José Soares da Silva estão entre os que padecem à porta do IML. À Gazetaweb, eles revelaram aguardar, desde o dia 6 de setembro, o documento oficial, para que, desta forma, possam agilizar outros procedimentos relativos ao óbito.

José Soares da Silva morreu num acidente de carro na BR-104. Parentes da vítima classificam a situação como descaso e cobram uma resposta por parte da direção do instituto. Eles destacam ainda que este não seria um caso isolado e que, apesar de terem ido ao IML por diversas vezes, ainda não obtiveram resposta.

“É uma total falta de respeito com o povo alagoano. Além de todo o sofrimento, ainda temos que encontrar forças para os tramites legais. O que mais é preciso acontecer para que se reverta essa situação? Estamos a cobrar algo que nos é de direito. Apenas isso”, cobrou a tia da vítima, Cristina Lúcia.

Outras duas pessoas morreram no mesmo acidente - a esposa de José Soares da Silva, que estava grávida, e a tia da mesma. “Espero que, depois de procurarmos a imprensa, algo seja solucionado”, afirmou Cristina, acrescentando que o IML 'tem sido alvo constante de reclamações nesse sentido'.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o IML confirmou o atraso na emissão dos laudos. Ainda segundo a assessoria, os documentos que estão pendentes são de responsabilidade um médico-legista 'que já foi devidamente advertido pela direção do órgão'.

A assessoria informou também que o problema será resolvido 'nos próximos dias'.
AMA diz que 40 prefeituras fecharam em ato contra queda no FPMPresidente de associação garante que ato busca solução à crise enfretada por gestores em Alagoas e que o mesmo 'não é eleitoreiro'
Gazetaweb

O presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) e prefeito de Pão de Açúcar, Jorge Dantas (PSDB), aponta que mais de 40 prefeituras fecharam as portas, nesta segunda-feira (20), em protesto contra as seguidas quedas no valor do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). ÀGazetaweb, Dantas frisou que o 'fechamento' não foi um ato eleitoreiro, tendo como único objetivo mostrar à população a crise que os gestores estariam enfrentando.

De acordo com o presidente da AMA, 'é necessário que o governo federal atente para a necessidade de melhores condições para os municípios'. Isso porque, lembrou Dantas, muitas cidades estão sofrendo com a queda no repasse, afetando diretamente os serviços à população.

“Acredito que, diante da mobilização, a sociedade tomou conhecimento da realidade financeira de cada município. Tenho certeza que atingimos este objetivo”, relatou o presidente, lembrando que os prefeitos cobram o repasse de mais 1% do FPM junto ao Congresso Nacional.

Na última quarta-feira (15), 12 prefeituras alagoanas fecharam as portas para denunciar os prejuízos sofridos com a queda no valor do repasse constitucional. Segundo os prefeitos, o decréscimo pode inviabilizar, inclusive, o pagamento de 13º salário a servidores municipais.
Dezesseis são assassinados em AL no fim de semanaLevantamento foi feito pela Perícia Oficial; sete morreram em acidentes
Gazetaweb

O fim de semana foi violento nos municípios alagoanos. Dados da Perícia Oficial do Estado apontam que 16 pessoas foram assassinadas na capital e no interior. Outras sete morreram vítimas de acidentes de trânsito. No Hospital Geral do Estado (HGE), foram realizados quase 700 atendimentos, com o registro de 70 pessoas feridas, em decorrência de acidentes automobilísticos.

Sete dos 16 casos de homicídios aconteceram em Maceió, sendo que duas mortes foram registradas no HGE. Quase que a totalidade das vítimas fatais foram mortas com o uso de arma de fogo.

No interior, Genilsula Marques da Silva, 18 anos, em Jacuípe, um homem não identificado, em Matriz do Camaragibe, e Rosineide Monteiro da Silva, 36, em Monteirópolis, foram mortos a golpes de faca.

De acordo com dados da Perícia Oficial, os acidentes de trânsito aconteceram em União dos Palmares, São José da Laje, Atalaia, Marechal Deodoro e Arapiraca. Cinco pessoas morreram de causas não identificadas. Ainda de acordo com dados do HGE, foram 141 vítimas de acidentes casuais e outras seis de acidentes de trabalho.

E como de costume, algumas das vítimas de homicídios eram jovens, como no caso de Bruno Cesar Santos de Oliveira, que tinha apenas 18 anos. Ele foi morto a tiros no Loteamento Casca Dura, no Conjunto Cidade Universitária, em Maceió.
Jovem espera dois dias para retirar feto morto da barriga em MaceióRafaela Lourenço da Silva agonizava à espera de atendimento na rede pública e parentes cobram solução
Anne Caroline Bomfim

Uma jovem de 26 anos vive um verdadeiro drama em sua vida. Natural do município de Joaquim Gomes, Rafaela Lourenço da Silva agonizava, na tarde desta segunda-feira (20), à espera de atendimento na rede pública de saúde. Grávida de seis meses, ela sofreu um aborto espontâneo no último sábado (18).

O marido da jovem conta que ela ligou para seu médico queixando-se de desconforto ao urinar, e que o profissional recomedou que ela se dirigisse imediatamente a uma unidade de saúde em Maceió, a fim de fazer um ultrassom. No mesmo dia, ao chegar na capital alagoana, ela foi atendida no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HU).

"Os médicos informaram à família que o bebê estava morto e que ela tinha sofrido um aborto espontâneo. Depois de fazer os exames, a médica simplesmente disse que a criança havia morrido e que minha esposa deveria voltar para casa, já que o hospital não fazia o tipo de procedimento para retirar o feto", disse Luan Firmino.

Foi quando familiares resolveram acomodar a jovem na casa de seu cunhado, no Tabuleiro. Com fortes dores na região abdominal, ela agonizava à espera de atendimento na residência. O problema, agora, assumia proporções ainda maiores.

Angustiados e sem esperança de atendimento na rede pública, eles decidiram procurar uma clínica particular nesta segunda-feira (20), com o objetivo de garantir, com segurança, a retirada do bebê morto. "Após o atendimento, o médico da clínica fez um laudo e pediu para ela ir ao HU novamente", revelou o marido.

Ao chegar no hospital, a jovem realizou outro ultrassom e recebeu encaminhamento para o Hospital e Maternidade Santo Antônio, em Maceió, onde se encontrava desde às 11h, aguardando atendimento. Com a suposta superlotação, pacientes reclamam que a unidade de saúde não dispõe de leitos suficientes para atender a demanda.

"Ao ser atendida, os médicos disseram que tinham acabado a dosagem do remédio e que a família precisava esperar. A minha sogra chegou a conversar com uma médica da maternidade, que disse que cobrava um mil e novescentos reais para fazer o procedimento sem demora. Essa proposta é absurda porque somos do SUS [Sistema Único de Saúde] e precisamos ser atendidos gratuitamente", reforçou Luan Firmino, com lágrimas nos olhos.

"A gente fica sem poder fazer nada. Só espero que minha filha esteja bem e que tudo dê certo", emendou a mãe da gestante, Maria Cícera da Silva.

Resposta do Hospital e Maternidade 

No final da tarde desta segunda-feira, a unidade de saúde se posicionou sobre o problema. Eufrásio Correia, enfermeiro geral da unidade, afirmou à reportagem que a paciente só pode receber uma dosagem específica do citado medicamento e que a mesma estava em falta.

"A idade gestacional da paciente é muito avançada. Nessas condições, ela só pode receber uma dosagem específica do medicamento, que estava em falta no momento em que ela chegou. Porém, solicitamos a medicação e ela já chegou. Não posso dar previsão de alta porque o procedimento pode demorar de acordo com as necessidades de cada paciente", falou o enfermeiro.

Contudo, Eufrásio admitiu que a demanda de pacientes é grande frente à reduzida quantidade de leitos disponíveis. "Dispomos de apenas cinquenta leitos. Entretanto, temos projetos de reforma para este espaço. A intenção é melhorar o atendimento em até seis meses", assegurou. 

Agências bancárias são invadidas e têm câmeras de segurança roubadas

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Por Milena Monteiro-Colaboradora
CadaMinuto
Duas agências bancárias da Caixa foram invadidas na noite desta segunda-feira (20). Os bandidos arrombaram as entradas e conseguiram fugir levando monitores e câmeras de segurança. As agências ficam localizadas no centro de Maceió, capital alagoana.
De acordo com informações da Polícia Militar, a primeira agência a ser invadida pelos criminosos foi a Agência da Rua do Comércio. Testemunhas informaram que viram um grupo, formado aparentemente por menores, entrar no local.
Os criminosos desconectaram as câmeras de segurança e monitores dos guichês de atendimento. O segurança do local identificou a ausência de pequenos objetos que serão avaliados posteriormente.
Já na Agência da Catedral, que fica em frente à Praça Dom Pedro II, os criminosos arrombaram a porta de entrada, e conseguiram roubar objetos dos escritórios. A polícia foi acionada e, ao perceberem a sua presença, o grupo fugiu deixando para trás algumas câmeras em uma sacola plástica. A suspeita é que tenha sido o mesmo grupo a atuar nos dois casos.
Em nenhum das agências houve registro de roubo de dinheiro.
A polícia acredita que o ato tenha sido de autoria de viciados que pretendem trocar os objetos por drogas, já que não houve registro de roubo aos caixas eletrônicos. As câmeras de segurança da entrada da Agência da Catedral não foram desconectadas e serão utilizadas na investigação em busca dos autores.

Cidades sertanejas estão com deficiência no abastecimento por causa de defeitos em bombas

Técnicos da Casal trabalham para regularizar fornecimento de água até esta 3ª feira
Por Ascom - Casal
Defeito mecânico num conjunto motobomba da estação de captação nº 02, pertencente ao sistema-tronco de Pão de Açúcar, está causando deficiência no sistema de abastecimento de água da Bacia Leiteira, nesta segunda-feira (20).
Devido a isso, o sistema está operando com apenas 50% de sua capacidade, o que afeta as seguintes cidades: Batalha, Belo Monte, Cacimbinhas, Carneiros, Dois Riachos, zona rural de Jacaré dos Homens, Jaramataia, Senador Rui Palmeira, Major Izidoro, Maravilha, Monteirópolis, Olho d’Água das Flores, Olivença, Ouro Branco, Palestina, zona rural de Pão de Açúcar, Poço das Trincheiras, Santana do Ipanema e São José da Tapera.
Técnicos da Unidade de Negócio Bacia Leiteira, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), estão realizando o reparo do equipamento e preveem que o serviço seja concluído no final da tarde de hoje, a partir de quando o bombeamento será retomado em sua totalidade. Porém, a plena normalização do sistema somente ocorrerá nesta terça-feira (21).
SERTÃO – A cidade de Mata Grande também está com o fornecimento de água deficiente nesta segunda-feira. O motivo é a paralisação do conjunto motobomba da estação elevatória 06, localizada no povoado Santa Cruz do Deserto, em Mata Grande, que apresentou defeito eletromecânico.
Uma equipe técnica da Unidade de Negócio Sertão, da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), estão realizando o reparo e a previsão é de que o serviço seja concluído ainda hoje.
Porém, a regularização no fornecimento de água somente deverá ocorrer nesta terça-feira (21).