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Sindicato dos Trabalhadores

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

domingo, 24 de julho de 2016

É gravíssimo estado de saúde de trabalhador eletrocutado no Jacintinho

 Por Jobison Barros | Portal Gazetaweb.com     24/07/2016 17h50
Paciente, que ficou com 60% do corpo queimado, foi sedado e entubado na UTI do HGE  COMENTE

Homem eletrocutado foi amparado por populares
FOTO: CORTESIA
É gravíssimo o estado de saúde de um trabalhador eletrocutado na manhã da sexta-feira (22), ao lado de um estabelecimento situado na Rua Cleto Campelo, no bairro do Jacintinho, em Maceió. Ricardo Recife, 40 anos, permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral do Estado (HGE), mas foi entubado e sedado. Ele ficou com 60% do corpo queimado.

De acordo com a assessoria de comunicação do hospital, o nome informado quando o paciente deu entrada na unidade foi Erivaldo de Oliveira, 23 anos, porém, a família chegou ao local e passou o nome e a idade corretos.

Devido às queimaduras, o quadro do paciente se agravou bastante e ele teve que ser sedado e entubado. Ainda na sexta, ele deu entrada na área vermelha na classificação "trauma" e foi encaminhado diretamente à sala de cirurgia, para a retirada do tecido morto. Após o procedimento, entrou na UTI.

"O paciente ainda não respirava com ajuda de aparelhos, mas o estado de saúde se agravou e a equipe médica o entubou. Somente quando houver uma melhora, ele poderá ser levado ao Centro de Tratamento de Queimados", informou a assessoria. 

O acidente

O fato aconteceu quando Ricardo - funcionário de uma empresa de instalações - colocava uma câmera de segurança na parte externa de uma loja no Jacintinho. Segundo o segurança do estabelecimento, que não quis se identificar, o trabalho poderia ter sido realizado através de uma escada, mas o trabalhador preferiu subir até o teto da casa ao lado, quando acabou atingido por um fio que passa por cima da residência. Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) foi acionada ao local. 


Após matar a mulher e ferir filha, policial comete suicídio


Reprodução/Facebook1
Um policial militar da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) matou a mulher e, em seguida, se matou em Cosmos, na Zona Oeste do Rio. O crime aconteceu no imóvel onde o casal morava, na Rua Doutor Renato Vasconcelos, comunidade Vila do Céu. Segundo moradores do local, Ingrid da Silva Martins estava na porta de um salão de cabeleireiro ao lado de sua casa, conversando com a amiga, proprietária do estabelecimento, quando o policial chegou. O sargento Vicente Gouveia Ferreira entrou em casa, mas saiu logo depois e chamou a mulher. Minutos depois de entrarem, ele matou a mulher e cometeu suicídio.
— Por voltas das 9h10m, ele comprou pão e foi para casa. Parou o carro, entrou em casa, depois voltou e chamou a Ingrid para conversar. Dez minutos depois, ouvimos os tiros. Parece que foram cinco nela e um nele — disse um morador, que preferiu não se identificar.
O morador disse ainda que o casal morava há cerca de seis anos no local e que costumavam brigar por ciúmes:
— De vez em quando, discutiam por ciúmes. Ela era muito bonita.
Segundo a Polícia Civil, a filha de 3 anos do casal foi atingida por estilhaços na perna, mas passa bem, tendo sido socorrida pelos bombeiros. Uma perícia minuciosa foi realizada no local. O policial era lotado na UPP Jacaré, Zona Norte do Rio.

Casal estava junto há cerca de seis anos
Casal estava junto há cerca de seis anos Foto: Reprodução / Facebook


Fonte: Extra Online

Polícia age rápido e prende assaltante que ameaçava banhistas na Garça Torta




criminosoApós denuncias anônimas, policiais civis prenderam, neste sábado (23), um jovem acusado de assalto na praia de Garça Torta. Matheus Sarmento de Andrade usava uma faca e conseguiu tomar a bolsa de banhistas.
De acordo com a Polícia Civil, ele foi flagrado com dois celulares, dinheiro, documento e roupas das vítimas.
Populares perceberam a ação e perseguiram Matheus Sarmento até a praia de Riacho Doce. Com a ajuda de um policial civil, os populares conseguiram deter o acusado até a chegada da polícia .
Uma equipe da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) que havia sido chamada para atender a ocorrência conduziu o acusado para a Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, onde Matheus foi autuado pelo delegado plantonista.


Thiago Davino - Cada Minuto

SAMU
Um homem sofreu várias queimaduras pelo corpo após ser atingido por óleo quente. Tudo aconteceu na noite desta sexta-feira (22) durante uma discussão em uma feira livre que ocorre em Pindorama.
O acidente aconteceu enquanto Miguel Simão dos Santos, de 22 anos, e Amaro Doralino Gomes, de 55, discutiam. Testemunhas informaram que Miguel jogou um tacho de óleo quente sobre Amaro, que acabou sofrendo diversas queimaduras pelo corpo.
Militares do 11º Batalhão foram acionados e após realizar rondas pela região localizou o autor, que foi encaminhado para a Delegacia do município. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do homem atingido pelo óleo quente.

Reeducandos cavam buraco, pulam muro e fogem do Baldomero Cavalcanti




Por Redação

Divulgação/Agência Alagoas/Arquivo

Baldomero Cavalcanti
Cinco reeducandos do presídio Baldomero Cavalcanti fugiram na madrugada deste sábado (23). A fuga só foi percebida durante uma contagem durante a manhã.
Os fugitivos estavam na cela 10 do módulo 04 e cavaram um túnel entre a cela e outra que estava desativada para sair do prédio. Eles utilizaram ainda e utilizaram duas teresas, uma espécie de corda feita com lençóis, para escapar pular o muro da unidade.
A fuga acabou atrapalhando o início das visitas, que começou somente no início da tarde. A fuga será apurada pela direção da unidade.

Homem ameaça explodir bomba em prova da OAB em Salvador



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Por Folha

Foto: G1


Um homem ameaçou explodir uma bomba durante o exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) neste domingo (24) em Salvador.

A prova seria realizada na Unijorge (Centro Universitário Jorge Amado). O prédio foi evacuado e a polícia já está no local.
A Polícia Militar da Bahia informa que o homem entrou em uma das salas, pouco antes do início da prova. Antes do exame começar, informou que carregava uma bomba e que iria explodir o prédio. Não houve registro de explosões.
Após a ameaça, o homem isolou-se na mesma sala em que faria a prova, que fica no sétimo andar. A polícia negocia a saída dele do local.
Segundo testemunhas, o homem afirmou que faz o exame há 18 anos, sem ser aprovado.
A pedagoga Joana Matos, 38, que estava na mesma sala do suspeito, afirma que usava um colete por baixo da roupa e carregava uma mochila.
Faltando dez minutos para o início da prova, ele levantou e disse que os candidatos tinham 11 minutos para deixar o prédio antes de explodi-lo.
"Foi um pânico total. Todos saíram correndo, houve muita confusão", afirma a pedagoga, que fazia o exame da OAB.
A professora Leonísia Fragoso, 30, estava o mesmo andar em que houve a ameaça. Segundo ela, enquanto os candidatos corriam, o homem gritava: "estou dando chance [deles fugirem]".
"Foi insano. Vi pessoas sendo pisoteadas, perdendo seus pertences que ficaram pelo caminho", afirma.
Na fuga, a estudante Carime Souza, 28, deixou todos os pertences como celular, bolsa e carteira na sala. O autônomo Fernando portela, 32, feriu-se no braço após ser imprensado na parede durante a saída dos candidatos do prédio.
Presidente da OAB na Bahia, Luiz Viana Queiroz classificou o ato como "atípico" e "lamentável". E confirma que a prova foi suspensa na Bahia.
"A coordenação nacional vai adotar medidas para que nenhum candidato seja prejudicado", disse Queiroz. A Fundação Getúlio Vargas, que organiza o exame, também confirma a suspensão da prova.
Em nota, a Unijorge confirma o incidente e diz que não há mortos, feridos ou reféns no prédio da faculdade.
A secretaria de segurança da Bahia informa que uma equipe do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) negocia a rendição do homem. 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

“A Fábrica da Pedra não irá fechar” garante Governador Renan Filho
Afirmação foi dada durante entrevista coletiva a imprensa alagoana na manhã desta sexta-feira (22) em Santana do Ipanema.
Por Redação | radar89.com.br
22 de julho de 2016 às 13:32
O governador Renan Filho (PMDB) em visita ao sertão alagoano, nesta sexta-feira (22), falou sobre a Fábrica da Pedra de Delmiro Gouveia.

Filho participou da 4ª Edição do ‘Governo Presente’ que aconteceu na cidade de Santana do Ipanema. Diversas autoridades estiveram presente.

Enquanto concedia entrevista coletiva, o governador foi questionado pelo repórter Ítallo Timóteo sobre o que o estado estava fazendo para ajudar a solucionar o problema que a empresa de Fiação e Tecelagem estava passando:

De forma contundente o governador respondeu que estava fazendo de tudo.

“Primeiramente eu queria dizer ao povo de Delmiro Gouveia que a Fábrica da Pedra não irá fechar. Estive participando de uma reunião com representantes da Eletrobrás para viabilizar recursos para solucionar o débito que a Fábrica tem com a empresa que fornece energia elétrica em Alagoas.” Frisou o governador. Ouça a entrevista completa:

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Carreta tomba após problemas técnicos na BR-423 em Canapi


Central do Sertão1
O condutor de uma carreta ficou ferido após tombar com seu veículo em um dos trechos da BR-423, nas imediações da cidade de Canapi, sertão alagoano, nesta quinta-feira, 21.
As informações dão conta que o condutor de uma carreta, Iveco preta, placa NJJ-5854, perdeu o controle do veículo após problemas técnicos.
O veículo estava com uma carga de condimentos e parte da carga foi saqueada por populares e motoristas.

Em AL, ex-autoridades têm direito até a dez policiais pagos com dinheiro público

MP questiona lei que prevê segurança institucional para ex-integrantes de cargos públicos


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Por Redação com MPE

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo

Coaracy Fonseca
A Lei estadual 6.063/98, que permite a utilização de policiais militares e civis para defesa pessoal, por ex-governadores, ex-secretários de Segurança Pública e ex-comandantes da Polícia Militar de Alagoas está sendo questionada pela 17ª Promotoria da Fazenda Pública da Capital.
A Promotoria protocolou, junto à chefia do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL), uma representação de inconstitucionalidade contra privilégios a ex-integrantes de cargos públicos que têm direito a segurança institucional por tempo indeterminado.
O benefício engloba um oficial e até nove praças, que deverão ser indicados pela ex-autoridade. Já para a função de segurança pessoal de ex-secretários de Segurança Pública podem ser indicados até 10 policiais civis. Para qualquer um dos serviços, uma viatura é disponibilizada.
Na representação, o promotor Coaracy Fonseca requer a Procuradoria Geral de Justiça que ajuíze uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas, pedindo para que os artigos 1º, 2º e 3º da lei sejam tornados sem validade.
Privilégios
Os referidos artigos dizem que cabe ao Estado promover a segurança pessoal no período imediatamente subsequente ao término do exercício dos cargos de ex-governadores, ex-comandantes-gerais da Polícia Militar e ex-secretários de Segurança Pública, desde que solicitada pelas pessoas que ocuparam tais postos.
Os dispositivos também falam que esse tipo de serviço será prestado por policiais militares, que, após assumirem tal função, passarão a fazer parte do contingente da Casa Militar do Governo do Estado e do Batalhão de Choque da Polícia Militar.
“Numa República não pode existir privilégios de castas, todos são iguais perante a lei, e qualquer tratamento que manifeste distinção deve ter fundamento idôneo, o que não é o caso em questão. Esses artigos da Lei nº 6.063/98 constituem uma afronta e um vilipêndio à Constituição Federal, além de representarem verdadeiro escárnio ao cidadão alagoano, carente de segurança pública eficiente e eficaz”, afirmou o promotor de Justiça Coaracy Fonseca, autor da representação.
“Ora, no caso em apreço, será que o simples fato do exercício, sem tempo determinado (basta um dia), das nobres funções de governador do Estado, comandante da PMAL e secretário de segurança pública constitui o critério de distinção para se atribuir o privilégio de ter-se à disposição quase um pelotão militar, vitaliciamente, em detrimento da sociedade, refém da insegurança e das ações cada vez mais ousadas de criminosos? A lógica e a razoabilidade dizem que não”, argumenta o promotor de Justiça num trecho do documento ajuizado este mês.
Gangue fardada
De acordo com o promotor, tal tipo de segurança pessoal foi criada em função do período que Alagoas passava à época, quando do enfrentamento da 'gangue fardada'. Porém, na atualidade, ela não encontra mais justificativa para continuar sendo aplicada.
Dados fornecidos pela Diretoria de Finanças da Polícia Militar, quando ainda estava em andamento o inquérito civil nº 05/2015, que deu causa à representação, os gastos aproximados são de R$ 78 mil mensais para atender a apenas um ex-agente político.
“Não há recursos, como se alega publicamente, para a contratação de concursados integrantes da reserva técnica; falta policiamento nas ruas e bairros da periferia, nos postos de saúde, escolas e postos fiscais de fronteira. Entretanto, para alguns poucos, sem qualquer demérito ou desrespeito, a segurança é farta e perene, à custa do combalido erário estadual. Tal situação, que não encontra guarida no princípio republicano da igualdade, afigura-se, sobretudo, de imoralidade vitanda. Não encontra simetria sequer em nível federal, nos termos da Lei nº 7.474/1986, que trata da assistência aos ex-presidentes da República, detentores de informações de Estado e responsáveis por decisões políticas de âmbito nacional e internacional, nem sempre bem acolhidas, portanto merecedores de tratamento específico. Não há referência à segurança vitalícia de outros ex-agentes públicos ao nível federal”, alega Coaracy Fonseca em um outro trecho da representação.
“A norma jurídica que tem como base conceder privilégios a pessoas ou grupos determinados, em prejuízo do agregado social, sangra o princípio da impessoalidade, malfere a Constituição. É norma inválida. É desviante do interesse público”, completa o titular da 17ª Promotoria da Fazenda Pública da Capital.
“Mesmo que se pudesse admitir como razoável uma segurança particularizada a ex-governadores de estado, logo após o término do mandato, por prazo aceitável de 02 anos, tal previsão haveria de constar na lei vergastada, que estabelece, repise-se, um privilégio vitalício. O caso da Lei Estadual n° Lei nº 6.063, de 18 de novembro de 1998, ora impugnada, é bastante peculiar, principalmente em estado tão carente, dos mais pobres do Brasil. Quanto às demais autoridades, ex-secretários de segurança e ex-comandantes da PMAL, data maxima venia, o privilégio é assombroso, fere a lógica, a razoabilidade, o bom senso, além de espezinhar, às escâncaras, os princípios dantes prenotados. A inconstitucionalidade material é gritante”, finaliza o promotor de Justiça, que deverá aguardar o posicionamento do procurador-geral de Justiça para avaliar a necessidade de ingres